Quem é você sem seu instrumento #2




Yo galera!
Como vocês estão? Espero que bem.

Semana passada iniciei uma série de postagens direcionados aos músicos da igreja. E aqui está a segunda parte (a primeira você pode ler aqui).

Conforme mencionei anteriormente, o período musical tem papel fundamental no culto e na vida das pessoas:

• Ele (o momento de louvor) prepara o ambiente para que a palavra seja pregada e recebida pelos corações e pessoas.
• A música tem o poder de marcar pessoas, vidas, momentos e impulsionar determinados sentimentos.

Logo, é fundamental que toda a equipe esteja preparada, entrosada e em um profundo relacionamento íntimo com Deus. Costumo dizer que o momento de ministração é uma extensão daquilo que nós, ministros, vivenciamos em nossos quartos enquanto estamos adorando a Deus. Da forma que Jesus nos ensina: entrando em nossos aposentos e fechando a porta. Se o músico não possui momentos de comunhão e intimidade com o Pai, ele não passa de um simples tocador. Não há unção.

O que Deus busca de nós não é a perfeição. Nem mesmo a pirotecnia de show de solos e técnicas. Ele quer sinceridade. Por que é tão legal cantar naquele culto de domingo, quando a igreja está cheia, quando - na verdade - Deus está te pedindo para cantar para Ele em particular? Quando você cria o hábito de se relacionar intimamente com Deus, seus devocionais tornam-se verdadeiros cultos. Pai, Filho e Espírito Santo se fazem presente; junto a você, são quatro pessoas reunidas. Então você ouvirá a voz: "cante para mim, toque para mim". Não existe nada mais interessante para um artista do que fazer um espetáculo em particular para um público em especial. E, nesse caso, o público é mais que especial.

É importante estudar, ter técnica e dominar sua voz/instrumento? Sim! Indispensável! Mas pense comigo, tente compreender a comparação.

Você é um copo. A sua técnica delimita o tamanho do copo que você é. E, quanto maior esse copo, mais unção ele poderá comportar. O copo pequeno, por sua vez, enche-se mais rápido. Entretanto, ambos os copos podem transbordar com a unção.

Para concluir, gosto de fazer um paralelo com os instrumentos que usamos e nossas vidas. Todos somos instrumentos de Deus. E usamos instrumentos para ministrar. Contudo, que nós possamos ser mais instrumentos e que nossos instrumentos possam ser verdadeiros ministros. Para que cada nota tocada seja um clamor erguido. Para que cada som se torne uníssono em um coro angelical com a igreja. Para que todos, músicos, membros e obreiros, possam ser um. Apenas um corpo. Uma igreja em adoração.

Semana que vem, a terceira parte dessa série. 
Fiquem à vontade para comentar ou conversar comigo.

Deus abençoe a todos! Yo!
Raniery Seles Blogueiro

O Ranny é um garoto que vive num mundo de aventuras, onde há rios de Toddynho e muitos heróis e magias. Quando está no mundo real, ele é Diretor de Arte, Ilustrador (que desenha uma webcomics, chamada Herostoria), gamer (e sonha em trabalhar com GameDev.) e treinador Pokémon nas horas vagas. Quando ele não está envolvido com nada disso, pode ter certeza de que ele está dormindo.

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